segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Retorno às praias. Alcobaça. Ontem e antes de ontem.


Encontro com os meninos da árvore. Vendedores de sementes em coláres. Três reais a unidade e um pedido: dinheiro. Outro pedido: salgadinho chips. Picolés. Conversas em cima da árvore. Embaixo dela. Estórias sobre crianças, demonstração de outro trabalho e gelo pela garganta. Cinquenta centavos, de limão. Por outro anônimo, também garoto.

A alforria continua. Salve Chico Rei!

Seis, sete, oito, novembro. Após confecção de bonecos, adereços e definição de dramaturgia, eis que finalmente outra história. Agora com os três parceiros dividindo a cena. Uma curta contação com relampeios sobre Rei Galanga, tirada da nossa mala de viagens. Estréia na sexta-feira em passagem rápida por bares, restaurantes, praças e ruas de Ouro Preto-MG. E fim de semana de intenso trabalho.
Trabalho. Muito. E outubro como mês de concepção e posturas assumidas para esse tipo de criação. Chico Rei como lenda e realidade. Questões sobre como relatar o que de fato é fato e o que de fato é... !
Entre as apresentações, uma no restaurante que é casa e é dos contos, em domingo, dia de almoço para grupo de franceses. E a interrogação estampada em cada semblante. Sax, banjo, cantos, bonecos, cartas e dúvida. Os espanhóis da grande mesa ao lado salvando mais em generosidade que em entendimento. Romper a barreira da língua com imagens e sons. Um objetivo.
Maria Clara, Saulo Campos, aguardo vocês noutras cidades. Minhas andanças necessitam de vocês para a fluidez e não engessamento das formas. Salve Chico Rei!

domingo, 8 de novembro de 2009

Goiânia, primeiros dias de novembro.


Cor de Fubá, Matulandante, domingo de manhã, primeiro dia da semana e mês, feira hippie de Goiânia. Apresentação para feirantes, ambulantes, transeuntes concentrados na esquina. A difícil tarefa de segurar o tônus do corpo e cativar a atenção de todos até o fim. Sax, tambor, cavaquinho, pandeiro, pif, voz, texto, chapéu. O suficiente para abastecer cada corpo com muita água de coco.


Noite. Shows de Cor de Fubá, Passarinhos do Cerrado, Docktor Bhu e Shabê. "O que cê quer, broda?!" Os dois rappers de Belo Horizonte ao som de Cor de Fubá. Bom em conjunto som.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Fim de mês.

Semanas anteriores. Dias 23, 24, 29, outubro.
Matulandante e Campolina (Saulo Campos). Leveza e duelo entre vísceras do organismo ouro-pretano e dupla de atores. Labuta. Mais um fim de semana nas ruas. Sete apresentações no sábado, uma no aniversário de uma amiga advinda dos Albuquerque. Cinco no domingo, Mariana e Ouro Preto – MG. No aniversário a generosidade dos amigos. Nada como presentear e ser brindado por um bom público!
Com Maria Clara na sexta-feira de 30. Quatro apresentações antecedem a partida para Goiás. Duas delas, boas. Noutras, público disperso e algumas dúvidas. Voz dos atores mal projetada? Dramaturgia pouco eficiente para o público da noite? Fim de mês? Ziquizira? Retorno ao Quartel General, demaquilante, acerto de contas, van e Cor de Fubá. Viagem para Goiânia. Música. Sono. Banzo.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Matulandante, Campolina, Ouro Preto.


Um fim de semana, vários ensaios com o parceiro Campolina, onze apresentações de "a verdadeira história da garota do chapéu vermelho". Sábado de reestréia com parceria interessante. Domingo de sol, belas apresentações, dia e noite.




Os ajustes no sábado, dia 17/10. O afinar dos tempos nos novos ensaios abertos em ambientes particulares. O prazer no domingo com texto assimilado, pausas bem colocadas, respirações e jogos acertados. O presente aos capixabas de São Mateus sentados no "pirulito" do centro da Praça Tiradentes. Poliana, Lílian, seus amigos, colegas e professores. Uma aproximação deles, conversas leves, curiosidades... "ah, vamos fazer uma apresentação pra eles?" (pausa) "Vamos! Vamos sim. Vocês gritam alto no três pra chamar mais gente, pode ser?" (Valeu Diogo Também! Funciona mesmo!) Cerca de sessenta pessoas em torno, público grande. Bêbado na cena, Lôko Maureliano o escorraçando, público vibrando, intruso embriagado fugindo envergonhado... E retornando, sem intensidade para atrapalhar. Aplausos sinceros, cantoria, ritmo, abraços, fotos, trocas de contatos, despedidas.

Amaterassu‏. A fogueira acesa nesse dia, as danças, celebrações, cantos, energias femininas e milhos postos nos nossos chapéus trouxeram sorte. Obrigado. Iniciar a noite apresentando para vocês nos trouxe leveza. Fomos presenteados.

E a noite segue ao Passo, ao Sótão,
Choperia e churrascaria. Ao caminho de casa.
Saulo seja bem vindo!

AMATERASSU. Eu recomendo esse espaço:

YOGA -Terças, Quartas e Quintas às 8h da manhã e as 19h, e Sexta apenas às 8h. Investimento: 2 x por semana = R$35,00 / 3 x por semana = R$45,00
ALIMENTO VIVO - Almoço comunitário (traga verduras, legumes ou frutas, se souber como, traga também suas sementes germinadas) SEXTAS-FEIRAS - entre 11h e 14h.
DANÇAS SAGRADAS E MOVIMENTO BIONCONSCIENTE - Sextas-feiras às 21h Investimento: alunos da UFOP- R$30,00/ demais participantes R$50,00

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Lavras Novas, 12 de outubro, cachoeira e quatro apresentações.

Cachoeira dos pocinhos, caminhada, pulos n'água, trilhas, acampamentos, anônimos, pouco mais de água, retorno. Encontro com o Sol. Não o de Belo Horizonte, mas o do dijeridue, djambe, pandeiro e reticências. Conversas sobre contações de histórias, idéias, sugestões.

Carona, Maria agradece e desce. Outro reencontro. Mais palavras com Sol e Cláudia, sua companheira. Almoço. Idéias sobre a passada de chapéu. Aquilo experimentado no dia anterior... em tom de diálogo com o público.

Quatro apresentações. Todas muito boas. Fuxico e gramado central repleto de mesas (impressionante como ganhamos a atenção de todos). Satisfação ainda maior ao apresentar para a turma de Belo Horizonte, João do Camping E Rock e seus amigos. Prazer em conhecê-los. Divertidíssimo momento!

Ônibus de volta. Sorvete e biscoitos para a confraternização. Um brinde!